Vazio camuflado pesa
a gente guarda tudo
acumula até a borda
ocupa vazios com entulho
forma uma espécie de escudo
armadura interna
mas chega uma hora
que é necessário colocar tudo pra fora
pra ver como a gente de fato está por dentro
Voltei ao mundo dos blogs, amiga. Já não sei se tenho as mesmas inspirações de antes, mas ando me arriscando a escrever um pouco aqui, comentar blogs ali.
Sobre o poema: tive um 'dejavu' de uma outra poesia sua, a do "créme brulee". Entretanto este já me parece que além de reconhecer a armadura ( antes denominade de "carapuça") também reconhece a importância de encarar os nossos "vazios".
6 comentários:
vazio é uma merda, pinguinha.
lindo.
Voltei ao mundo dos blogs, amiga. Já não sei se tenho as mesmas inspirações de antes, mas ando me arriscando a escrever um pouco aqui, comentar blogs ali.
Sobre o poema: tive um 'dejavu' de uma outra poesia sua, a do "créme brulee". Entretanto este já me parece que além de reconhecer a armadura ( antes denominade de "carapuça") também reconhece a importância de encarar os nossos "vazios".
Esse vazio atormenta. Ainda não consigo 'colocar tudo pra fora', mas estou trabalhando nisso.
Nada está vazio ainda.
Gostei muito!
abraçar e reconhecer nosso vazio às vezes se faz necessário
Postar um comentário