9 de dezembro de 2010

Crème brûlée

Essa dureza toda é carapaça.
Casca, casulo, disfarce.
No fundo é crème brûlée.
Depois da camada cascuda.
É doce, doce...

10 comentários:

Ana Motta disse...

Simples, porém belo! Passou a informação da forma sutil como deve ser toda poesia. Belo, belo. Parabéns!

Tiago Moralles disse...

A casca, um disfarce ou uma proteção?

Stace disse...

little Thiara! valeu pela força. bjo.

Hiorrana disse...

Que seja doce.
Lindo!

Beijo

Emmerson Barcellos disse...

Doce refinado para paladares sensíveis.
Sim, sua poesia é assim.
Gostei muito!

Aline Dias disse...

pinguice, todo mundo sabe que vc é doce.

Isabela Bimbatto disse...

Bonito. Acho que todos somos um pouco crème brûlée na realidade. (:

Tiago Ferreira disse...

Eu sei fazer Crème brûlée.

Anônimo disse...

Um "disfarce" pode ter como objetivo a "proteção", não? Não entendi a pergunta do Thiago.

Ana Claudia disse...

Um sorriso para esse bom poema.