Quando eu escrever um verso puro.
verso sem quimeras.
todas as inúteis esperas.
na ponta de uma caneta vão cessar.
Quando eu escrever um verso por inteiro.
verso simples e sem devaneio.
mapas, placas, relógios.
Não irão mais me aprisionar.
Quando eu encontrar o verso diferente.
verso que transcende.
corpo, alma e mente.
estarão livres pra voar.
10 comentários:
eu tinha lido esse há um tempo! me encantei já na hora... reverbera muito em mim essa coisa de verso e de vôo... gosto muito, aprendo muito!
simplesmente sentimento puro refletido nessas palavras.
gostoso te ler :]
O simples é sempre melhor quando se trata disso..
Puro, simples e profundo.
Sigo tuas palavras e teu blog.
Voltarei para comentar tuas obras.
Beijos
A simplicidade que faz falta.
Tão bonitos esses teus versos, me encantei!
Adorei teu espaço.
:)
Quando você escrever,
não esqueça de publicar!
Beijos ;)
Belo poema.
Faz tempo que não leio um desses.
Thiara... encontrarás os versos que quiseres!!!
Beijos
AL
Olá, antes de mais nada, parabéns pelo blog!
E por acha-lo de muito bom gosto é que o/a convido a vir conhecer a proposta do meu Blog para você.
Aguado sua visita!
Forte abraço!
Karina
.
Pois que voe, que transmute. Que
viva como as borboletas sem rumo,
sem rota.
Sai de casa, seu Caramujo. Venha
atender à porta, mostre-me como o
senhor é, sua vida, reta ou torta.
Não se esqueça de deixar um pouco
para mim, deste mel, mas da
cera, que faça bom proveito, seu
zangão que lambe a rainha pra
morrer de tesão.
Versos sem graça, de criança
inocente, de palhaço de rua.
Quem tiver senso não rirá
à toa, quem tiver dor sofrerá no
refrão. Eu não tenho prazer em rir
ou chorar. Gritar prosa, silenciar
verso, pois sou um vagabundo que
picha muro e grafita alma de lindas
casas, de belas moças.
silvioafonso.
.
Puro, simples e profundo. [2]
estou seguindo.
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